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Tuesday, April 24, 2012

Finger Food, nova tendência da alta gastronomia




Finger Food: nova tendência da alta gastronomia é boa opção para servir eventos corporativos  
















Ultimamente o networking tem sido considerado a alma do negócio e cada vez mais é importante promover eventos para reunir aqueles que são realmente importantes no meio corporativo, afinal, para manter um bom relacionamento com clientes, parceiros, fornecedores e colaboradores é fundamental para que qualquer negócio seja um sucesso.









Finger Food é um novo conceito em servir refeições. Os finger foods apresentam uma forma simplificada e moderna, permitindo que as pessoas possam pegar os alimentos sem talheres, com as pontas dos dedos, sem deixar de ser elegante. É um estilo prático e informal que permite a degustação de várias opções de um cardápio sem exageros na quantidade e sem grandes desperdícios.







Outro diferencial desta prática está na apresentação do cardápio, que em sua maioria tem um visual impecável. geralmente utilizam mini porcelanas brancas, para contrastar com as cores e texturas dos alimentos.












Fonte: ParanaShop




Tendências Especiais, é bom não se desfazer delas








Clássicos, modernos e que se reeditam há várias estações. Existem certos acessórios e roupas que as vezes até estão associados à pessoas exageradas e extrevagantes, mas hoje é uma tendência apreciada até pelos minimalistas; que preferem usá-los como um detalhe no visual como um lenço, chapéu, sapato, bota ou uma peça mais discreta e isolada no look, rendendo-se como podem à essas tendências que eu chamo de tendências especiais, elas vão e voltam sempre, portanto, como eu disse no título deste post, se você tem boas peças delas, é bom não se desfazer nunca dessas paixões permanentes:





ANIMAL PRINT





























CAVEIRAS





























Crucifixo
























COROA































Monday, April 23, 2012

Moda do Futuro, as roupas tecnológicas e biodegradáveis








Cada vez mais, a indústria têxtil investe em tecidos que vão além do caimento no corpo e cria modelos hi-tech para serem usados no dia a dia. Biquínis com protetor solar, roupas com repelente de insetos e até jaquetas capazes de recarregar a bateria de aparatos eletrônicos como telefone celular e tocadores de músicas digitais. Mais do que vestir, esses tecidos funcionam quase como uma segunda pele. Partindo desse princípio, a empresa americana Sun Dry lançou e patenteou recentemente uma linha de trajes de banho que não molham.















O segredo está na nanotecnologia. Em um efeito inspirado em folhas de plantas, que não absorvem a água, o tecido é composto de micropartículas que, de tão unidas, impedem a passagem da água. Para chegar a esse resultado, testaram a performance de diferentes tipos de nanopartículas que repelem água.










No Brasil, onde a indústria têxtil investiu US$ 1,5 bilhão em pesquisa e desenvolvimento, algumas empresas também têm apostado nesse fenômeno. A paulista UV Line, que conta com mais de 300 pontos de venda no País, já produz roupas que bloqueiam até 98% dos raios ultravioleta. A tecnologia consiste em aplicar o dióxido de titânio, o mesmo material utilizado em protetores solares, na fibra da peça.










Outra precursora desse movimento no País é a grife Ballyhoo, parte da empresa têxtil JC Callas, que confecciona roupas com repelentes de insetos produzidos a partir de um repelente químico chamado permetrina, ideal para quem pratica esportes ao ar livre.












Para a turma que fica muito tempo exposta ao sol e que é aficionada por aparelhos digitais, a chinesa Solar Touch criou uma jaqueta sustentável. Ela é capaz de carregar a bateria de celulares, iPods e até câmeras fotográficas por meio de um painel solar que pode ser acoplado nas costas. A tecnologia nesse campo é tão criativa que há quem tenha pensado em uma calça jeans que combate a celulite. A iniciativa partiu da Tavex, uma multinacional que é a maior forneced ora de denin do Brasil e faturou 352 milhões de euros no ano passado.












A empresa, que aplica até 2% de seu faturamento em pesquisa, estudou produzir uma calça que liberasse microcápsulas de substâncias que combatem a celulite. Por encontrar problemas de fixação e por ainda não ser economicamente viável, a empresa adiou o projeto.














A onda ecofashion que surgiu no início dos anos 2000, como vem sendo chamada lá fora, está começando a ocupar papel de destaque no cenário da moda, principalmente porque deixou de ser produzida por marcas desconhecidas e ganhou etiqueta de grifes renomadas. Não é de hoje que a indústria tenta encontrar um jeito de produzir peças que não explorem os recursos naturais de forma predatória, mas só recentemente tornou-se possível fazer roupas que caíssem no gosto do consumidor e aliassem palavras tão dissonantes como design, tecnologia e ecologia. Agora, as três foram parar na mesma máquina de costura.
















Orgânico é outra palavra de destaque nesse segmento. Primeiro foram os alimentos e agora serve também para tratar as fibras que se transformam em tecidos. Para serem classificados como orgânico, algodão, juta e bambu devem ser produzidos sem o uso de inseticidas ou pesticidas. Para ter uma idéia do que isso significa, o cultivo de algodão pelo sistema convencional consome um quarto do inseticida produzido no mundo. Na versão orgânica, alguns agricultores usam água reciclada nas plantações para diminuir ainda mais o impacto ambiental.












A maior novidade, no entanto, são as roupas produzidas com material reciclável. Aqui, as estrelas são a garrafa PET, transformada em tecido, e o pneu, que vira solado de sapato. E, na bijoux, destaque para a ma-deira de reflorestamento. Veja opções descoladas para você entrar na onda.







MATERIAL ALTERNATIVO COM BANHO DE TECNOLOGIA







Algodão orgânico


É cultivado sem o uso de pesticidas, fertilizantes químicos e reguladores do crescimento. Para ser 100% orgânico, no processo de tingimento devem ser usados pigmentos naturais.











Fibra de bambu


Planta de crescimento rápido, o que significa que é altamente renovável. Se reproduz em abundância sem o uso de pesticidas e fertilizantes. Sua fibra é naturalmente antibactericida, biodegradável e extremamente macia. Tem característica termodinâmica, deixa a peça fresca no verão e mais quente no inverno.












Garrafas PET


O plástico reciclado é transformado em fibras que produzem um tecido forte, mas macio. Em geral, elas são combinadas com algodão, que dá um toque ainda mais confortável.












Juta


Com aparência semelhante a do linho, é plantada na região amazônica, sem nenhum impacto ambiental. É preciso apenas água para o seu cultivo, sem a necessidade do uso de agrotóxicos. Além disso é biodegradável.